POEMA PORNOSÉRIO Quer seja curto ou comprido Quer seja fino ou mais grosso É um órgão muito querido Por não ter espinhas nem osso De incalculável valor Ninguém tem um a mais E desempenha no amor Um dos papéis principais Quando uma dama aparece Ei-lo a pular com fervor Se de um rapaz, estremece Se de velho, tem pouco vigor O seu nome não é tão feio Pois tem sete letrinhas só Tem um R e um A no meio Começa em C e acaba em O Nunca se encontra sozinho Vive sempre acompanhado Por outros dois orgãozinhos Junto de si, lado a lado Os nomes destes, porém, Não geram confusões Têm sete letras também Tem L e acabam em ÕES Prá acabar com o embalo E com essas más impressões Os órgãos de que eu falo... São o coração e os pulmões. = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = DESEJOS...... "Satânico é meu pensamento a teu respeito e ardente é o meu desejo de apertar-te em minha mão, numa sede de vingança incontestável pelo que me fizeste ontem. A noite quente e calma chegara a ser angustiosa. Apareceste e, nesta cama, aconteceu. Sorrateiramente te aproximaste. Sem o mínimo de pudor. Encostaste o teu corpo sem roupa no meu corpo nu. Percebendo minha aparente indiferença, aconchegaste-te a mim e mordeste-me sem escrúpulos até os mais íntimos lugares jamais tocados de meu casto corpo. E adormeci. Hoje, quando acordei, procurei-te numa ânsia ardente, mas em vão. Deixaste provas irrefutáveis do que ocorreu na noite que passou. Grandes manchas no meu corpo e o alvo lençol salpicado de sangue. Esta noite recolho-me mais cedo para, na mesma cama, te esperar. Oh! Quando chegares, nem quero pensar com que perspicácia, avidez e força eu quero te pegar para que não escapes mais de mim. Em minhas mãos quero apertar-te até o fim. Não haverá parte do teu corpo que os meus dedos não passarão. Só descansarei quando ver sair o sangue quente de teu corpo". Só assim, livrar-me-ei de ti, mosquito filho da puta. (Autor desconhecido) = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = POEMA DE AMOR - A MISSÃO Querida, faz tanto tempo que eu não me conformo, tendo somente o meu pensamen- to em você. Por isso, estou com grande te- mor e estou sabendo que tenho ra- zão e não descansarei enquanto não fo- calizar meu pensamento ainda mais para po- der até esgotar o úlimo pingo da por- ção de alegria que em meu peito se encer- ra, que está acumulada dentro do meu cará- ter de homem que vive do traba- lho, espero que goste do meu fu- turo, sempre ao seu lado, mantendo-me o mes- mo que sempre esperou por você. OBS: AGORA LEIA A CARTA PULANDO UMA LINHA. (Ari Toledo) = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = Leia em voz alta. Ode ao Cume (Autor Desconhecido) No alto daquele cume Plantei uma roseira O vento no cume bate A rosa no cume cheira. Quando cai a chuva fina Salpicos no cume caem Borboletas no cume entram Sapos do cume saem. Quanto cai a chuva grossa A água do cume desce O barro do cume escorre O mato no cume cresce. Quando cessa a chuva No cume volta a alegria Pois torna a brilhar de novo O sol que no cume ardia!